{"id":424,"date":"2015-09-18T21:00:00","date_gmt":"2015-09-18T21:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/novo.not-wolf.com\/index.php\/2015\/09\/18\/2015-12-2-speech-pctp-45th-aniversary-campaign\/"},"modified":"2020-07-03T18:45:19","modified_gmt":"2020-07-03T18:45:19","slug":"2015-12-2-speech-pctp-45th-aniversary-campaign","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/not-wolf.com\/index.php\/2015\/09\/18\/2015-12-2-speech-pctp-45th-aniversary-campaign\/","title":{"rendered":"45\u00ba anivers\u00e1rio PCTP-MRPP"},"content":{"rendered":"<section class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row][vc_column][vc_row_inner][vc_column_inner][vc_single_image image=&#8221;2424&#8243; img_size=&#8221;full&#8221; css_animation=&#8221;fadeIn&#8221;][vc_column_text]<img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/static1.squarespace.com\/static\/55662880e4b0189df87629d2\/55662a3ce4b0dfde3b4e8a5f\/565f8243e4b020f4bf359f1d\/1449099868693\/galinhas_porcos.jpg\" alt=\"\" \/>Feliz ano novo a todos os camaradas que d\u00e3o corpo \u00e0 Voz do Oper\u00e1rio esta noite.<\/p>\n<p>Chego-vos enquanto independente,\u00a0cabe\u00e7a de lista pelo Porto e mandat\u00e1ria nacional para a Juventude ao 45\u00ba anivers\u00e1rio do PCTP-MRPP.\u00a0\u00c9 este o movimento reorganizativo que retira a minha ac\u00e7\u00e3o pol\u00edtica do anonimato partid\u00e1rio e f\u00e1-lo porque afirma a alternativa quanto \u00e0 participa\u00e7\u00e3o dos cidad\u00e3os na pol\u00edtica e no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Tal como v\u00f3s, desprezo a inevitabilidade e a democracia de jugo em que temos suportado o peso das ac\u00e7\u00f5es que n\u00e3o nos t\u00eam em conta e que n\u00e3o revertem em favor da manuten\u00e7\u00e3o nem do progresso social.\u00a0Pressuponho consensual, entre n\u00f3s,\u00a0que o objectivo de uma comunidade organizada enquanto na\u00e7\u00e3o \u00e9 alimentar a qualidade de vida dos que a comp\u00f5em,\u00a0qualidade essa medida pelos n\u00edveis de sa\u00fade,\u00a0educa\u00e7\u00e3o, cultura, emprego e lazer.\u00a0Em todos estes indicadores temos perdido a objectividade sob a direc\u00e7\u00e3o dos governos ditos democr\u00e1ticos que se t\u00eam sucedido.<\/p>\n<p>Economias, entropias e bizarrias t\u00eam deixado empoleirados governantes que n\u00e3o representam e afugentam da vida pol\u00edtica o comum cidad\u00e3o.\u00a0Tornamo-nos impotentes na medida de for\u00e7as entre a teia legal e a Justi\u00e7a.<\/p>\n<p>Quer por n\u00e3o ter o seu poleiro,\u00a0quer por n\u00e3o gostar que lhe caguem em cima,\u00a0\u00e9 a gente dedicada, por\u00e9m frustrada, como eu,\u00a0que repudia as op\u00e7\u00f5es pol\u00edticas vigentes.\u00a0Pade\u00e7o de austeridade com acessos de desemprego prec\u00e1rio.<\/p>\n<p>Sou cidad\u00e3, de entre muitos,\u00a0no cinza em que n\u00e3o se imprimem relat\u00f3rios de Troica. \u00a0Para tentar o preto e o branco,\u00a0a realidade tem muitos medidores,\u00a0indicadores e adivinhos.\u00a0Todo o comentador e pol\u00edtico de profiss\u00e3o que determina a nega\u00e7\u00e3o da op\u00e7\u00e3o governamental como acto destruidor \u00e9 intelectualmente um imbecil por definir e define-se, enquanto tal,\u00a0assim que nega a alternativa de dizer \u201cn\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>O \u201cn\u00e3o\u201d constr\u00f3i um outro \u201csim\u201d.<\/p>\n<p>Nenhuma amizade franca se faz de palmadinhas nas costas,\u00a0nem nenhuma pol\u00edtica se faz de anuimento de cabe\u00e7a baixa.\u00a0A pol\u00edtica \u00e9 espa\u00e7o de desejo e n\u00e3o de constrangimento.\u00a0Os olhos da democracia fixam o horizonte.\u00a0A pr\u00e1tica dos governantes tem-nos fixados nas virilhas.<\/p>\n<p>Instalou-se uma economia de sacrif\u00edcio,\u00a0socialmente inoportuna na era das m\u00e1quinas.\u00a0A opress\u00e3o tem cheiro de palavra velha,\u00a0como a sombra de abutre que se pavoneia no caminho da liberta\u00e7\u00e3o do trabalho.<\/p>\n<p>Enquanto cada um tomar o trabalho como fronteira final da sua exist\u00eancia estaremos impedidos da mudan\u00e7a.\u00a0\u00c9 preciso renunciar a moral de escravo,\u00a0reformular as associa\u00e7\u00f5es de sindic\u00e2ncia e ter o desemprego por principal inimigo.<\/p>\n<p>A sociedade continua com as suas classes embora essa percep\u00e7\u00e3o tenha vindo a ser anulada no discurso associado ao liberalismo.\u00a0Nada mais conveniente para a manuten\u00e7\u00e3o deste caminho deplor\u00e1vel da vida em sociedade que dividir os cidad\u00e3os,\u00a0agora solit\u00e1rios e impotentes perante a ang\u00fastia,\u00a0demasiado preocupados em prover o frigor\u00edfico e as d\u00edvidas,\u00a0retirando-lhe energia e meios de interferir nas decis\u00f5es que sobre si recaem.<\/p>\n<p>A \u201clegitimidade\u201d dos n\u00fameros tem ultrapassado programas eleitorais, eleitores e factos.\u00a0Mesmo que a desgra\u00e7a fosse de uma minoria,\u00a0a democracia tem, por princ\u00edpio,\u00a0pelo menos consider\u00e1-la.<\/p>\n<p>As d\u00edvidas soberanas e consequentes actividades executivas dos pa\u00edses t\u00eam lesado nitidamente a maioria das suas popula\u00e7\u00f5es.\u00a0Substituiu-se a maioria democr\u00e1tica pela maioria burocr\u00e1tica de escrit\u00f3rios de finan\u00e7a em que Estado e empresas t\u00e3o lucrativas quanto o Estado se diluem.<\/p>\n<p>Que legitimidade t\u00eam os mandatos que atrai\u00e7oam os seus eleitores?<\/p>\n<p>Que Europa \u00e9 esta que ignora os aflitos,\u00a0sejam eles europeus ou sobras dos neg\u00f3cios europeus?<\/p>\n<p>Que Estado \u00e9 este que esquece o servi\u00e7o \u00e0 sua popula\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p>Quem manda aqui?<\/p>\n<p>O Estado \u00e9 empregado dos cidad\u00e3os.\u00a0Para ser democr\u00e1tico n\u00e3o basta ir a elei\u00e7\u00f5es.\u00a0Junto-me ao PCTP-MRPP pela sua capacidade de dizer \u201cn\u00e3o\u201d\u00a0\u00e0 continuidade das op\u00e7\u00f5es pol\u00edticas de austeridade que nos amofinam o destino.<\/p>\n<p>\u00c9 imperativo introduzir a nega\u00e7\u00e3o e o protesto como formas v\u00e1lidas de constru\u00e7\u00e3o do destino de Portugal.\u00a0\u00c9 preciso destruir a no\u00e7\u00e3o falaciosa de que h\u00e1 apenas um trilho,\u00a0para mais com sinaliza\u00e7\u00e3o alem\u00e3.<\/p>\n<p>Ainda que n\u00e3o seja poss\u00edvel antecipar todas as consequ\u00eancias da rejei\u00e7\u00e3o do Euro,\u00a0\u00e9 dever patri\u00f3tico,\u00a0com vista ao internacionalismo,\u00a0escolher a independ\u00eancia para que possamos controlar a nossa democracia e obedecer \u00e0 qualidade de vida pondo no cepo da Hist\u00f3ria, inevitavelmente, o Euro antes da cabe\u00e7a.<\/p>\n<p>A mudan\u00e7a individual \u00e9,\u00a0por si s\u00f3 e normalmente,\u00a0uma miss\u00e3o complexa que se adensa quando pensamos colectivamente.\u00a0Enquanto cidad\u00e3os, h\u00e1 que rejeitar o medo que a mudan\u00e7a tem instigado no discurso governamental.\u00a0Se h\u00e1 medo de mudar,\u00a0considerem-se maiores receios na espera de uma solidariedade que n\u00e3o mais vir\u00e1.\u00a0O capital tem sido a \u00fanica voz decisiva e a Gr\u00e9cia ou a crise de refugiados s\u00e3o sinais evidentes da incapacidade do projecto europeu vingar sobre uma base humanit\u00e1ria que dizia ser a sua.<\/p>\n<p>A Uni\u00e3o Europeia tem sido madrasta severa para quem atravessa as dificuldades que ela pr\u00f3pria cria em prol do enriquecimento il\u00edcito de grandes grupos de interesse.\u00a0Il\u00edcito porque assente na opacidade dos seus motivos e na corrup\u00e7\u00e3o dos valores sociais, n\u00e3o correspondendo ao projecto europeu de na\u00e7\u00f5es irm\u00e3s,\u00a0que todos subscrevemos e,\u00a0raz\u00e3o pela qual,\u00a0se torna t\u00e3o dif\u00edcil repudiar a Uni\u00e3o Europeia ao comum cidad\u00e3o.<\/p>\n<p>A Uni\u00e3o Europeia clama por valores morais que n\u00e3o pratica.O estrangulamento das nossas condi\u00e7\u00f5es \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o pol\u00edtica que tem de ser contrariada.\u00a0\u00c9 preciso dizer \u201cn\u00e3o\u201d \u00e0 mentira da d\u00edvida e ser\u00e1 imposs\u00edvel faz\u00ea-lo esperando a benevol\u00eancia alem\u00e3\u00a0ou a solidariedade dos restantes estados membros.\u00a0Todos se apoiam no interesse que encher\u00e1 os cofres de alguns ou tolher\u00e1 os movimentos democr\u00e1ticos que sacudam o seu peso.<\/p>\n<p>Dada a impossibilidade matem\u00e1tica de pagar a d\u00edvida,\u00a0a crescente espolia\u00e7\u00e3o dos recursos humanos,\u00a0naturais e materiais do pa\u00eds,\u00a0o PCTP-MRPP recolhe o meu voto e a minha ades\u00e3o por desenhar o horizonte no \u00fanico lugar poss\u00edvel:\u00a0entre a recusa do pagamento da d\u00edvida e a sa\u00edda do euro.\u00a0S\u00f3 da\u00ed se pode resolver o que nos aflige.\u00a0Toda a calamidade social que nos tem acontecido decorre deste desequil\u00edbrio entre a realidade material de um povo e a alucina\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica do capitalismo.\u00a0O capitalismo vinga entre n\u00f3s nutrindo o sentimento patente,\u00a0em maior ou menor grau,\u00a0de que cada cidad\u00e3o tem direito a avan\u00e7ar para o quintal alheio pela for\u00e7a da algibeira.\u00a0Isto \u201cn\u00e3o\u201d est\u00e1 bem.\u00a0Queremos quintais e algibeiras para toda a gente.<\/p>\n<p>Tudo quanto foi conquista na direc\u00e7\u00e3o do bem-estar social,\u00a0temo-la visto esvair-se sob a chuva met\u00e1lica da Uni\u00e3o Europeia de que fazem parte os cegos vencedores do concurso de timoneiro em legislativas nacionais &#8211; CDS, PSD e PS.<\/p>\n<p>A inevitabilidade \u00e9 o veneno que a maioria toma,\u00a0n\u00e3o s\u00f3 a parlamentar como a cidad\u00e3.<\/p>\n<p>A desonestidade n\u00e3o \u00e9 inevit\u00e1vel.\u00a0\u00c9 uma escolha.<\/p>\n<p>A for\u00e7a da maioria parlamentar tem sido a do capital por oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 humanidade.\u00a0A for\u00e7a da maioria cidad\u00e3\u00a0representada em parlamentotem sido a montra da desist\u00eancia,da descren\u00e7a e da indiferen\u00e7a ao voto ou \u00e0 mudan\u00e7a.<\/p>\n<p>\u00c9 urgente dizer \u201cn\u00e3o\u201d \u00e0 d\u00edvida.\u00a0\u00c9 obrigat\u00f3rio dizer \u201cn\u00e3o\u201d\u00a0a quem no-la imp\u00f5e.\u00a0\u00c9 preciso dizer que \u201cn\u00e3o\u201d queremos governantes que \u201cn\u00e3o\u201d nos representam.\u00a0\u00c9 preciso compreender que a pol\u00edtica \u201cn\u00e3o\u201d se faz \u00e0 dist\u00e2ncia de um encolher de ombros.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso comprometer a ac\u00e7\u00e3o com o passado e com o futuro e \u201cn\u00e3o\u201d alienar o presente.\u00a0Queremos ser gente hoje.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso dizer \u201cn\u00e3o\u201d\u00a0a uma economia baseada no servi\u00e7o.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso dizer \u201cn\u00e3o\u201d \u00e0s solu\u00e7\u00f5es de curto prazo como o turismo que, apesar de necess\u00e1ria,\u00a0n\u00e3o pode ser \u00fanica e que s\u00f3 nos educam para a depend\u00eancia e o servilismo.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso dizer que esta d\u00edvida \u00e9 odiosa j\u00e1 que se instalou a guerra sem armas que vai matando a liberdade e o que morre por \u00faltimo:\u00a0a esperan\u00e7a.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso rejeitar o novo colonialismoque sangra o vigor e a juventude nacional.\u00a0Este pa\u00eds \u201cn\u00e3o\u201d \u00e9 velho.\u00a0Este pa\u00eds est\u00e1 usado.<\/p>\n<p>O espectro pol\u00edtico precisa das cores frescas do sangue novo que jorre a for\u00e7a do \u201cn\u00e3o\u201d\u00a0para dizer \u201csim\u201d ao aumento da nossa produ\u00e7\u00e3o industrial,\u00a0energ\u00e9tica, explora\u00e7\u00e3o mar\u00edtima e diversifica\u00e7\u00e3o do sector terci\u00e1rio.<\/p>\n<p>N\u00e3o queremos o que \u201celes\u201d querem.\u00a0Somos de outra condi\u00e7\u00e3o:\u00a0da condi\u00e7\u00e3o do trabalho,\u00a0do m\u00eas maior que o sal\u00e1rio,\u00a0da vida mais pequena que a poss\u00edvel.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso dizer que \u201cn\u00e3o\u201d queremos abandonar a nossa terra e muito menos os nossos.\u00a0Emigrar \u00e9 chutar um problema para a frente embora compreenda a fuga ao impedimento de construir a vida j\u00e1.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso instalar que \u201cn\u00e3o\u201d \u00e9 poss\u00edvel pagar a d\u00edvida sem hipotecar a ambi\u00e7\u00e3o de constru\u00e7\u00e3o e desenvolvimento.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso provar que \u201cn\u00e3o\u201d admitimos a falta de dignidade e que \u201cn\u00e3o\u201d perdoamos a corrup\u00e7\u00e3o do nosso sistema democr\u00e1tico.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso dizer que Berlim \u201cn\u00e3o\u201d \u00e9 a capital portuguesa.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso dizer que &#8220;n\u00e3o\u201d negociamos com criminosos que redigem leis para branquear colarinhos e dinheiro.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso dizer \u201cn\u00e3o\u201d \u00e0 caridade quando nos rege o princ\u00edpio da solidariedade.\u00a0\u00c9 urgente ser o outro.<\/p>\n<p>O n\u00famero que a Europa pede aos europeus portugueses \u00e9 o da maioria parlamentar alinhada cujo poleiro garanta a aprova\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o de \u00f3ptimos neg\u00f3cios.\u00a0A comunidade internacional e os comentadores chamam-lhes \u201cestabilidade\u201d, \u201cgovernabilidade\u201d,\u00a0\u201cpatriotismo\u201d,\u201cleis\u201d e \u201creformas\u201d.\u00a0Chamar-lhes-ia medo, cartelismo,\u00a0viola\u00e7\u00e3o e roubo.<\/p>\n<p>Para estancar as decis\u00f5es danosas da Europa,\u00a0n\u00e3o pode haver maioria parlamentar em Portugal,<br \/>\nmuito menos de direita.\u00a0Nas pr\u00f3ximas elei\u00e7\u00f5es legislativas,\u00a0o \u00fanico voto \u00fatil<br \/>\n\u00e9 o que fragmente a distribui\u00e7\u00e3o do poder parlamentar de tal forma que impe\u00e7a a Uni\u00e3o Europeia de imp\u00f4r leis de degrada\u00e7\u00e3o da economia e sociedade portuguesas.<\/p>\n<p>Sem lacaios no governo n\u00e3o se podem aprovar medidas \u00e0 rebelia do escrut\u00ednio real ou, pelo menos,\u00a0discuss\u00e3o real sobre as solu\u00e7\u00f5es \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o.\u00a0A solu\u00e7\u00e3o n\u00e3o passa, de todo,\u00a0por continuar a dizer \u201csim\u201d \u00e0 Europa de Merkel e ao barregar dos restantes.\u00a0Lutar contra a maioria parlamentar n\u00e3o \u00e9 uma solu\u00e7\u00e3o:\u00a0\u00e9 um passo em direc\u00e7\u00e3o \u00e0 seguran\u00e7a nacional e \u00e0 possibilidade de escolha democr\u00e1tica sobre o destino do pa\u00eds.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso negar o mais poss\u00edvel o pesadelo das gera\u00e7\u00f5es futuras e assumir responsabilidade pelo nosso tempo em favor da felicidade delas.<\/p>\n<p>Parar \u00e9 sobretudo importante quando nos dizem ser imposs\u00edvel travar.\u00a0\u00c9 preciso sonhar de novo. \u00c9 preciso lutar todos os dias.<\/p>\n<p>Por n\u00e3o haver outro partido que declaradamente proponha abandonar o jugo do Euro,\u00a0\u00e9 preciso convocar o voto no PCTP-MRPP dia 4 de Outubro.<\/p>\n<p>Obrigada e at\u00e9 amanh\u00e3.<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column_inner][\/vc_row_inner][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n<\/section>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>nega a alternativa de dizer 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